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Por: Larissa Thayla

No último domingo, 10/2, ocorreu a 11ª Águas de Iemanjá – Pela Ótica das Tradições de Matrizes Africanas, no Teatro Clara Nunes.  O evento é realizado anualmente na cidade pela Prefeitura de Diadema, por meio da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (CREPPIR) e tem como objetivo promover a discussão e disseminação de informação sobre a religiosidade de matriz africana, além de buscar o combate à intolerância religiosa.

A edição desse ano contou com apresentações, palestras, rodas de conversa, atividades culturais e uma homenagem aos palestrantes que já participaram do evento ao longo dos anos, com medalhas simbólicas e certificados. Além disso, as cerca de 150 pessoas que passaram pelo local, puderam visitar a feira afro-empreendedora realizada por artesãos da cidade, como forma de gerar renda alternativa.

 “A religião de matriz africana não tem que ser tolerada e sim respeitada. Com esses onze anos de Águas de Iemanjá, é visível o quanto Diadema avançou nesse quesito. Então o nosso objetivo é continuar quebrando essa barreira de preconceito que ainda existe, por meio da informação”, comentou o coordenador do CREPPIR, Jurandir Sousa.

No Museu de Arte Popular (MAP), que fica no mesmo local do Teatro Clara Nunes, houve uma exposição sobre Iemanjá com objetos e paramentos que contam um pouco da história do Movimento Negro, Águas de Iemanjá e do CREPPIR em Diadema. A exposição ficará aberta ao público até 6/3 e pode ser visitada gratuitamente.

O evento contou com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura, Fórum de Promoção da Igualdade Racial de Diadema e outras entidades ligadas à matriz africana.

Serviço:

Museu de Arte Popular – MAP

Rua Graciosa, 300 – Centro.

Tel. 4056-3366

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