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A feirinha está se tornando uma atração no município e ao mesmo tempo um ponto de encontro para bate-papos, reunir os amigos e comprar coisas diferentes. Há ainda no local as barracas de comidas caseiras como doces e bolos, pães, o tradicional cachorro-quente montado ali na hora com muito capricho e até mesmo o famoso Yakissoba, iguaria japonesa totalmente adaptada ao gosto brasileiro. São oito barracas de alimentos, mas a meta é ampliar este número para que a feira tenha uma pequena praça de alimentação com opções variadas.

 

As outras barracas comercializam, entre outras coisas, utensílios domésticos, sabonetes artesanais, bonecas negras em biscuit, objetos para decorações, camisetas com motivos afros, bijuterias, ervas medicinais e flores de garrafas pet que dão a feira um colorido especial.  “Estava passando pela praça e fui surpreendida com qualidade das coisas oferecidas”, diz a bancária Aline Ribeiro de Castro moradora do Piraporinha.

 

Ela conta que não sabia da existência da feirinha e que também ficou satisfeita com os preços. “Vim ao Centro para pegar um remédio e acabei conhecendo a feira. Estou pensando nos presentes de Natal e acho que vou comprá-los aqui”, revela.

 

 Marcos Lu/PMD
 

É de olho nas festas natalinas que os participantes da feira de artesanato esperam aumentar as suas vendas. Para Laércio Miguel da Silva, que faz as bonequinhas negras, a expectativa é grande. “Por feira eu vendo trinta unidades, com a chegada do Natal eu espero dobrar esse número”, diz. As bonequinhas do artesão chamam atenção de quem passa pela Praça e com suas cores vivas e carinhas expressivas torna a barraca de Laércio uma das mais visitadas.

 

Ele conta que começou confeccionar o brinquedo depois de ver o filho vencer um concurso de massinha de modelar na escola e que hoje as bonequinhas são complementos de renda da família.Abrir espaço para que os artistas de Diadema mostrem e comercializem os seus trabalhos é o objetivo da ferinha que pretende o ano que vem agregar mais artesãos.

 

Em 2006, quando a feira  começou junto com o projeto Praça do Samba, na Praça Lauro Michels, os artesões vendiam seus produtos com o nome de Grupo de Artesanato de Diadema. O grupo se organizou e passou a integrar o programa de Economia Solidária promovido pelo Município que busca fomentar trabalho e renda para pessoas desempregadas.

 

COOPERATIVISMO - O programa tem outras iniciativas neste sentido - os projetos Dia de Tapioca e a Coopersocialista - que garantem a sobrevivência de outras 50 famílias da cidade. No primeiro caso, trata-se da venda organizada de tapiocas em carrinho nos centros de bairros e a segunda experiência é sobre a padaria artesanal que funciona dentro de um conjunto habitacional no Serraria e que fabrica por dia mais de 3 mil pães.

 

 Marcos Lu/PMD
 

Para a presidente da Associação dos Artesãos e Artistas Plásticos de Diadema, Alda Aparecida Romeiro, a feirinha de artesanato está virando referência na cidade. “Estamos num momento de consolidação do projeto e a meta é cada vez mais agregar valores aos produtos oferecidos. Vamos buscar o Sebrae e outras entidades para trazer mais qualidade ao artesanato local”, ressalta.

 

Outra novidade é a implantação do Projeto Artes em Ação e Exposição que envolve eventos na área de dança, música e culinária. “A idéia é mostrar a cultura do país, atrair mais visitantes à feira e abrir espaços para música de boa qualidade”, afirma Alda.