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Brasão Municipal

Lei Municipal nº 45, de 13/03/1961

O brasão foi criado pelo prefeito Evandro Caiaffa Esquível e é formado por um escudo redondo de armas. 

Em sua parte externa superior, há uma coroa mural nobre em prata, com três torres aparentes que representam a liberdade da cidade. No campo interior do escudo, lado esquerdo superior, há um Leão de Gales em fundo prata simbolizando a fidalguia de Martin Afonso de Souza, primeiro donatário da Capitania de São Vicente.

Ainda no plano interior do brasão, lado direito superior, há uma cruz verde em diagonal representando o martírio de Santo André e, dentro dela, uma outra cruz referindo-se ao patriarca São Bernardo. As três torres internas simbolizam os três povos integrantes da luta pela emancipação da cidade: Piraporinha, Vila Conceição e Eldorado. O fundo azul do escudo remete à devoção dos moradores de Diadema por Nossa Senhora da Conceição.

Na parte externa inferior do brasão, há uma faixa com o dizer "Floreat Diadema", flanqueada por duas datas: 25 de dezembro de 1958 e 1º de janeiro de 1960. A inscrição na faixa anseia que a cidade cresça, floresça. As datas representam, respectivamente, o dia da apuração do plebiscito que apontou a vitória pela autonomia de Diadema e a ocasião em que se instalaram a Prefeitura e a Câmara Municipal diademenses.

 

Bandeira Municipal

Lei Municipal nº 45, de 13/03/1961

 

 

A bandeira da cidade de Diadema tem formato retangular e possuiu sete listras horizontais, das quais quatro azuis, em louvor à Nossa Senhora da Conceição, e três brancas, menção às vilas Conceição, Piraporinha e Eldorado. Ao lado esquerdo superior, o pendão ostenta as armas do brasão de Diadema.

 

Hino de Diadema

Em 1979, o então prefeito interino de Diadema, Romeu da Costa Pereira, encorajado pela ideia dos vereadores da cidade, abriu um concurso público para escolha do hino oficial diademense. O anúncio foi feito em duas fases: a primeira elegeria a letra e a segunda, a música. Romeu substituía a ausência do prefeito Lauro Michels. 

O vitorioso na composição da letra foi o poeta Francisco das Chagas Freitas, falecido antes da publicação do edital para a escolha da música. Sua obra foi encaminhada a todos os interessados em musicá-la. O vencedor da segunda fase do concurso foi o maestro Gilberto Glagliardi, que levou 50 mil cruzeiros como prêmio.

Em 31 de outubro de 1979, o diretor da Copacabana Discos entregou ao prefeito Romeu da Costa Pereira o disco com duas versões do Hino Oficial de Diadema, uma delas gravada pelo Coral de Silvio Bacarelli e acompanhada pela Lira Musical de Diadema, que gravou uma segunda versão instrumental do hino.

 

Ouça o hino:

 

Letra do Hino:

Poesia: Francisco das Chagas Fonseca

Música: Gilberto Gagliardi

 

Da atalaia de fé e trabalho

que os de Anchieta cobriram de glória,

numa “estrada”, no chão de Ramalho,

alvorece, Diadema, tua história.

 

De Martim a bravura e a nobreza,

de Bernardo e de André o valor,

são legados de honra e grandeza,

de heroísmo, de arrojo e de amor.

 

REFRÃO

 

Salve, flamante Diadema

da Régia Terra Paulista!

Seja “JUSTIÇA!” o teu lema,

para a suprema conquista.

 

Caldeamento de raças gigantes:

De nativas, valentes coortes,

e de audazes, viris bandeirantes.

são teus filhos garbosos e fortes.

 

Aureolada de brio profundo,

do Direito empunhando o bastão,

esgrimiste o teu verbo facundo,

na batalha da emancipação.

 

REFRÃO

 

De um Natal sob a luz sobranceira

que jamais da memória se extinga,

despontaste, “URBE LIVRE”, e altaneira:

“Flor dos Campos de Piratininga”.

 

“QUE FLORESÇA DIADEMA!” – Eis o grito

que reboou, de recesso em recesso,

e que te há de impelir ao infinito,

abraçada à Verdade e ao Progresso.

 

REFRÃO

 

Da “União” e da “Fé” traz as cores

teu formoso e gentil Pavilhão

e, a exaltar os teus dons e primores,

fulge, ao Sol, teu Sagrado Brasão.

 

Hás de sempre lutar, decidida,

com denodo e soberbo perfil,

por teu solo, e tua gente querida,

por São Paulo, e por nosso Brasil!!!