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Você já imaginou como vivem os insetos mais lindos e fascinantes do reino animal? No Borboletário Laerte Brittes de Oliveira é possível se encantar com a vida das borboletas e desfrutar momentos de lazer no Parque Botânico de Diadema, uma área verde com mais de 26.000 m2 na Mata Atlântica.

O passeio agrada adultos e crianças. Além de acompanhar o maravilhoso processo de desenvolvimento desses insetos, você entenderá a importância das borboletas para o equilíbrio da vida humana.

Primeiro borboletário da Região Metropolitana de São Paulo, o Borboletário Laerte Brittes de Oliveira foi inaugurado em 16 de setembro de 2005 e funciona como centro de ecoturismo, educação ambiental, conservação e pesquisa de borboletas, onde biólogos estudam os hábitos e desenvolvimento das espécies.

Os visitantes podem conhecer a vida das borboletas em todos os seus estágios, ainda em ovos, depois na forma de lagartas e finalmente como pupas.

Estima-se que as borboletas existem desde a época dos dinossauros e que já passaram por diversas transformações e adaptações. Hoje elas carregam várias semelhanças das antecessoras, porém com comportamentos diferentes, acarretado pela grande variação climática ocorrida nos últimos tempos nas últimas eras.

Esses insetos são muito importantes para alguns fatores como a polinização (transporte de grãos de pólen de uma flor para outra), dispersão de sementes e a variabilidade genética que garante que essa população não vá se extinguir, caso ocorra alguma catástrofe, como a propagação de uma doença.

Em 2015, o espaço passou por reformas na estrutura. Com as melhorias, alguns dos resultados foram o aumento no número de borboletas, ovos e o maior tempo de vida dos insetos.

Parceria

A experiência e os trabalhos realizados conquistaram reconhecimento de outros centros de pesquisas do país. Recentemente, Diadema assinou um acordo inovador com o Museu Catavento Cultural, de São Paulo. Desde então, o borboletário serve como casa de criação do Catavento, que encaminha as espécies, ainda na fase de ovos ou lagartas, para serem criadas e desenvolvidas até se tornarem pupas. Ao atingirem este estágio, são devolvidas ao Museu, que, por sua vez, é responsável pelo fornecimento de néctar, flores, potes e caixas de laboratório para o borboletário. Essa parceria trouxe benefícios para os dois espaços, que compartilham, além da criação das borboletas, conhecimento.